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Prefeito é multado, e TCE determina devolução de R$ 256 mil por nepotismo e acúmulo ilegal de cargos em Gravatá

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) identificou a prática de nepotismo e acúmulo ilegal de cargos entre os anos de 2021 a 2023. O processo foi analisado na última quinta-feira (13) e teve como relator o conselheiro Marcos Loreto.

Com isso, foi determinado a devolução de mais de R$ 256 mil para os cofres públicos referentes a valores recebidos indevidamente. O prefeito, padre Joselito (Avante), foi multado em R$ 10 mil por irregularidades.

Segundo o relatório da auditoria, duas sobrinhas do prefeito e um sobrinho da Secretária de Educação, Iranice Lima, foram nomeados para cargos comissionados de chefia em secretarias da prefeitura. A prática é proibida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que impede a contratação de familiares de agentes públicos até o 3° grau para funções de confiança ou cargos comissionados.

O relatório do TCE também apontou que a Secretária de Educação acumulava de forma irregular os salários de secretária municipal, professora efetiva em escolas locais e de servidora do município de Chã Grande, o que é proibido pela Constituição Federal.

Como resultado, o relator determinou que a servidora devolvesse R$256.097,80 aos cofres públicos, referentes aos valores recebidos indevidamente entre janeiro de 2021 e dezembro de 2023. Além disso, ela e o prefeito também foram multados em R$10.495,92 pelas irregularidades.

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